Livro – A honra perdida de Katharina Blum

A honra perdida de Katharina BlumNada como num tempinho assim ler um livro, ainda mais quando este é escrito por um vencedor do prêmio Nobel de literatura, Heinrich Böll. Essa indicação de hoje é fruto de uma pesquisa, pois estou atrás de livros bons, daqueles que nos faça refletir e esse tem um enredo bem atual, embora seja de 1972, pois conta a história de alguém que acaba sendo vítima da mídia, e de como esta pode jogar o nome de uma pessoa na lama. Vou colocar abaixo o resumo da história, assim como um trailer do filme alemão baseado nesse livro. [Leia mais →]

outubro 17, 2009   1 Comentário

Que tal presentear seu filho com livro!?

livroPois é Madames, o Dia das crianças está chegando, que tal presentear seu filho com um livro? E assim contribuir para que ele pegue o gosto pela leitura. E o legal também é que poderá comprar sem precisar enfrentar filas, ou seja, sem sair de casa!
Confira abaixo uma seleção bem legal de lançamentos e outras obras muito bacanas que divertem, encantam e ensinam. [Leia mais →]

outubro 8, 2009   Comente!

História Ilustrada do Vestuário

Madames antenadas de plantão, que adoram ler e provar que o mundo não é feito só de promoções e grifes, que o vestuário pode e deve ser cultura também…a Publifolha acaba de lançar um livro chiquetésimo para quem se interessa pela história do vestuário [Leia mais →]

agosto 20, 2009   Comente!

Para ler e se inspirar…

Para quem não sabe… o Design Museum é o principal museu de design contemporâneo do mundo, fica em Londres e recentemente se juntou a editora Conran Octopus para lançar uma série de livros. São pesquisas tipo “Top 50″, sabe? Eles serão lançados dia 05/10.
E um dos livros dessa série é “50 Vestidos que Mudaram o Mundo”,traz [Leia mais →]

agosto 17, 2009   Comente!

Livros para ler…e decorar!

Para as Madames que adoram uma boa leitura, eis uma ótima notícia: [Leia mais →]

agosto 13, 2009   Comente!

Uma Criança Abençoada


A dica de livro de hoje é o da NORUEGUESA Linn Ullmann, nada mais e nada menos que filha de Ingmar Bergman e Liv Ullmann, que responsabilidade,heim!
Ela herdou a beleza angelical da mãe, a atriz Liv Ullmann, e o olhar sensível sobre o ser humano do pai, o cineasta Ingmar Bergman. Se o lendário diretor sueco imprimiu o existencialismo nas telas, Linn o tem feito no papel. Uma Criança Abençoada (Cia. das Letras, 360 págs., R$ 49) é seu quarto romance e, embora em menor grau de complexidade, suas histórias versam temas essenciais como a sexualidade, o amor, a família e a morte.

Aqui o foco recai sobre as irmãs Erika, Laura e Molly, filhas de mães diferentes e que se reuniam na casa de veraneio do pai, Isak, em uma ilha ao norte da Suécia. Bergman teve nove filhos com seis mulheres e não espanta se a frágil relação das protagonistas com uma figura paterna temperamental, que alterna momentos fraternos com acessos de fúria, tiver ecos autobiográficos.

Vinte e cinco anos depois de uma temporada que terminou em tragédia, as irmãs decidem visitar Isak para um acerto de contas. Linn molda a narrativa como um instigante mosaico. Passado e presente se fundem na vida das três mulheres marcadas pela turbulência no reduto familiar e entre a turma da praia. Era uma moçada pulsante, cujos hormônios faziam jorrar sensualidade e violência.

Entre eles havia Ragnar, o garoto excluído que provocava fascínio e repulsa, e por meio de quem a escritora exercita a arte da sugestão e desenha um final tocante e aberto a interpretações. Suzana Uchôa Itiberê(revista Istoé)

maio 27, 2009   Comente!

Comer, Rezar, Amar – das prateleiras para os cinemas

O prazer mundano, a devoção religiosa e os verdadeiros desejos.
Sucesso mundial com mais de 4 milhões de exemplares vendidos, “Comer , Rezar, Amar” ocupou por cerca de um ano o primeiro lugar da lista de mais vendidos do The New York Times e foi lançado em trinta países.
As vendas do livro, publicado no Brasil em fevereiro de 2007, cresceram de maneira significativa nos últimos meses – apenas em janeiro, foi vendida mais da metade do total de exemplares comercializados ao longo de todo o ano passado. Graças a esse enorme sucesso entre os leitores brasileiros, Comer, rezar, amar acaba de ganhar uma edição em novo formato.
Elizabeth Gilbert estava com quase trinta anos e tinha tudo o que qualquer mulher poderia querer: um marido apaixonado, uma casa espaçosa que acabara de comprar, o projeto de ter filhos e uma carreira de sucesso. Mas em vez de sentir-se feliz e realizada, sentia-se confusa, triste e em pânico.
Enfrentou um divórcio, uma depressão debilitante e outro amor fracassado. Até que decidiu tomar uma decisão radical: livrou-se de todos os bens materiais, demitiu-se do emprego, e partiu para uma viagem de um ano pelo mundo – sozinha. “Comer, Rezar, Amar” é a envolvente crônica desse ano. O objetivo de Gilbert era visitar três lugares onde pudesse examinar aspectos de sua própria natureza, tendo como cenário uma cultura que, tradicionalmente, fosse especialista em cada um deles. “Assim, quis explorar a arte do prazer na Itália, a arte da devoção na Índia, e, na Indonésia, a arte de equilibrar as duas coisas”, explica.
Em Roma, estudou gastronomia, aprendeu a falar italiano e engordou os onze quilos mais felizes de sua vida. Na Índia dedicou-se à exploração espiritual e, com a ajuda de uma guru indiana e de um caubói texano surpreendentemente sábio, viajou durante quatro meses. Já em Bali, exercitou o equilíbrio entre o prazer mundano e a transcendência divina. Tornou-se discípula de um velho xamã, e também se apaixonou da melhor maneira possível: inesperadamente.
Escrito com ironia, humor e inteligência, o best seller de Elizabeth Gilbert é um relato sobre a importância de assumir a responsabilidade pelo próprio contentamento e parar de viver conforme os ideais da sociedade. É um livro para qualquer um que já tenha se sentido perdido, ou pensado que deveria existir um caminho diferente, e melhor.
Aclamado pelo The New York Times como um dos 100 livros notáveis de 2006 e escolhido pela Entertainment Weekly uma das melhores obras de não-ficção do ano, “Comer, Rezar, Amar” originou o roteiro do filme homônimo, o qual será interpretado por Julia Roberts.

maio 19, 2009   Comente!

Chega ao Brasil o novo livro da autora de O diabo veste Prada

Aconteceu sexta-feira (15) o lançamento da edição nacional de À caça de Harry Winston, terceiro livro de Lauren Weisberger, autora de O diabo veste Prada e Todo mundo que vale a pena conhecer. Assim como nos outros, a história envolve lugares descolados em Nova York, confusões amorosas, empregos sofisticados e amigas na faixa dos 30 anos. É o primeiro livro de Lauren narrado na terceira pessoa e foi sucesso de vendas no verão passado nos Estados Unidos.

O tempero é Adriana, uma brasileira que coleciona affairs. Para fazer o contraponto, estão Emmy, que sonha em casar, mas é trocada pelo noivo por uma personal trainer, e Leigh, que está descontente com o emprego numa editora renomada. A trama começa realmente quando Adriana e Emmy fazem um pacto em que se comprometem a, de certa forma, inverter seus papéis.

A brasileira precisa arrumar um marido (por isso o nome: Harry Winston é um dos joalheiros preferidos das endinheiradas – e celebs de Hollywood – para alianças de casamento) e Emmy vai ter que parar de pensar tanto em compromissos e levar, por assim dizer, uma vida mais leve e cheia de aventuras sexuais. É uma leitura bem leve, dessas para as férias ou para um fim de semana de chuva.

A Universal Studios já comprou os direitos, não há previsão de estreia, mas o livro deve virar filme com direção de Andy Tennant, o mesmo de Doce lar, Hitch e Anna e o Rei, e adaptação de Gina Wendkos, que foi quem escreveu O diário da princesa.

Aqui, a publicação vai custar R$ 42.

maio 17, 2009   Comente!

Dica de Livro – Longe Daqui

Madame Lucia me cobrou…pois disse, e com razão, que Madames também leem…e nesse friozinho cai muito bem! Então vou aproveitar e dar uma dica de um livro que postarei abaixo junto com a crítica publicada pela revista Istoé.Longe Daqui (Nova Fronteira, 224 págs., R$ 29,90) “é uma experiência impressionante – e não apenas para a protagonista, Lilian, russa que deixa a terra natal e parte para os Estados Unidos após perder a família em um massacre. Livremente inspirado em uma história real, o livro é uma aventura também para o leitor. É difícil não se prender à narrativa intrigante, baseada no simples princípio de que uma história bem contada é aquela em que se anseia pelo desfecho, assim como ao excelente texto, com observações desconcertantes, entre o humor, a delicadeza e a crueldade.
“Lilian tinha vinte e dois anos; era órfã, viúva e mãe de uma criança morta, condição para a qual não há nem mesmo uma palavra especial, de tão terrível que é.” É nessa “condição” que ela vai para os EUA, onde comete pequenos furtos, envolve-se com quaisquer homens, mente para conseguir um emprego e sempre acorda com seus próprios gritos. Até que recebe a notícia da possibilidade de sua filha estar viva, na Sibéria.
Lilian parte, então, em uma jornada em que encontra prostitutas, bêbados e amigos improváveis, personagens secundários tão interessantes quanto a protagonista. Na viagem, o desalento transforma-se em um movimento. Mas os gestos de Lilian não são heróicos. São humanos. O único problema é que, aqui, é mais do que necessário levar o ditado a sério e não julgar pela capa. Parece bobagem, mas um livro tão fascinante merece tratamento melhor”. Aina Pinto

maio 16, 2009   Comente!